Como superar seus limites internos - Resenha crítica - Steven Pressfield
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99 leituras ·  4 avaliação média ·  11 avaliações

Como superar seus limites internos - resenha crítica

Autoajuda & Motivação, Psicologia e Desenvolvimento Pessoal

Este microbook é uma resenha crítica da obra: 

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 978-65-5736-097-2

Editora: Editora Cultrix

Resenha crítica

Você já sentiu que existe uma versão muito melhor de você esperando para sair, mas algo invisível trava o seu caminho? Sabe aquele projeto que você planeja começar toda segunda-feira, aquela dieta que nunca sai do papel ou aquele sonho de escrever que fica guardado na gaveta? Isso acontece porque existe um abismo entre a vida que você leva agora e a vida que você poderia estar vivendo. Entre esses dois pontos, existe um inimigo silencioso e muito perigoso. Steven Pressfield dá um nome para esse vilão... a Resistência. Neste microbook, você vai entender que essa barreira não é apenas falta de vontade ou preguiça, mas uma força da natureza que tenta impedir qualquer tipo de evolução. Se você sente que está empacado, saiba que não está sozinho nessa briga.

Muitas pessoas passam a vida inteira sem perceber que o inimigo mora do lado de dentro. A Resistência funciona melhor quando você coloca a culpa no governo, no seu chefe ou na falta de tempo. Mas a verdade é mais profunda. Este microbook serve como um manual de guerra para quem cansou de perder para si mesmo. Você vai aprender a identificar os truques da sua mente e a construir um plano de ataque real. O objetivo aqui é simples... tirar você do estado de amador e colocar você no caminho do profissionalismo. Quando você entende como o jogo funciona, as desculpas perdem a força. Imagine conseguir sentar para trabalhar e simplesmente fazer o que precisa ser feito, sem drama e sem adiamentos infinitos. É isso que vamos buscar aqui. Prepare o seu espírito, pois a batalha contra o seu eu inferior vai começar agora, e o que está em jogo é a sua própria liberdade criativa e pessoal.

Imagine que cada vez que você decide crescer, uma mola invisível tenta puxar você de volta para o sofá. Essa força é implacável e universal. Ela ataca todo mundo, desde o iniciante até o mestre mais experiente. A diferença é que quem vence aprendeu a olhar para esse medo e continuar andando. O autor deste conteúdo, Steven Pressfield, passou décadas batendo cabeça, fugindo da própria vocação e vivendo em empregos que não faziam sentido, até que ele resolveu encarar a própria sombra. Ele compartilha esse mapa da mina para que você não precise gastar tanto tempo sofrendo. O que você ganha com esta leitura é a clareza para separar o que é você de verdade e o que é apenas o barulho da Resistência tentando manter você pequeno. A partir de agora, as regras mudam. Você vai entender que o desconforto é, na verdade, uma bússola. Se algo dá medo, é exatamente para lá que você deve ir. Vamos juntos explorar como desarmar essas armadilhas mentais e finalmente entregar para o mundo o que só você pode oferecer.

A jornada de transformação exige que você pare de tratar seus sonhos como um passatempo de fim de semana. A vida não espera por quem fica apenas observando o movimento passar. O convite aqui é para entrar na arena. Ao longo das próximas páginas, vamos detalhar como a Resistência opera no seu dia a dia e quais ferramentas você pode usar para vencer cada round. Não espere fórmulas mágicas, mas sim uma mudança profunda de postura. O profissional não espera a inspiração chegar... ele trabalha para que a inspiração o encontre ocupado. Se você quer parar de apenas existir e começar a criar de fato, este microbook é o seu ponto de virada. Vamos limpar o terreno, definir o inimigo e marchar em direção à vitória sobre os seus limites internos. O seu potencial não é uma promessa para o futuro... é uma responsabilidade para o dia de hoje.

O Inimigo Invisível Chamado Resistência

A Resistência é aquela voz na sua cabeça que diz que você pode deixar para amanhã. Ela é interna, mas age como se fosse um agente externo tentando destruir seus planos. O maior erro que você pode cometer é achar que a Resistência é uma falha de caráter sua. Ela é, na verdade, uma força da natureza, como a gravidade. Ela simplesmente está lá. Quanto mais importante for o seu objetivo para o crescimento da sua alma, mais forte será a oposição que você vai encontrar. Se você decidir comprar um sorvete, a Resistência não vai aparecer. Mas tente começar uma rotina de meditação ou escrever um plano de negócios, e ela vai surgir com força total, trazendo mil motivos para você não fazer nada. Ela se alimenta do seu medo e usa sua própria inteligência contra você, criando desculpas que parecem muito lógicas.

A forma mais comum desse inimigo agir é através da procrastinação. É o golpe mais traiçoeiro de todos, porque você não diz "eu nunca vou fazer isso"... você diz "eu vou fazer, mas só daqui a pouco". Esse amanhã nunca chega, e assim os anos passam. Outra face desse problema é a vontade de criar drama. Quando você começa a brigar com as pessoas ao redor ou foca em problemas pequenos e irrelevantes, você está apenas criando uma cortina de fumaça para não encarar o trabalho real. A postura de vítima também é uma aliada da Resistência. Ao se colocar como alguém que sofre por causa dos outros, você ganha atenção sem precisar realizar nada de produtivo. É uma troca barata que mantém você preso no mesmo lugar, alimentando um ego que tem pavor de mudanças e de exposição.

O fundamentalismo também entra nesse pacote. Muita gente volta para ideias do passado e se fecha em dogmas rígidos porque não aguenta a liberdade de criar algo novo. Criar dá medo porque exige que você olhe para o futuro e assuma a responsabilidade pelo que produz. O fundamentalista prefere obedecer ordens antigas do que ouvir a própria voz interior. A Resistência usa esse medo da liberdade para prender você em padrões seguros. Mas aqui vai o segredo... a Resistência é uma bússola. Ela sempre aponta para o norte do que você realmente precisa fazer. Se você sente uma repulsa enorme por uma tarefa específica, é quase certo que essa tarefa é a chave para o seu próximo nível de evolução. O medo é o sinal verde que indica o caminho certo para o seu crescimento.

Para lidar com isso hoje mesmo, mude o seu jeito de ver o medo. Em vez de fugir quando o frio na barriga aparecer, use esse sentimento como um guia. Na sua próxima tarefa difícil, quando a vontade de olhar o celular ou limpar a casa surgir do nada, pare e perceba... a Resistência chegou. Não lute contra ela com ódio, apenas note que ela está lá e continue o que estava fazendo. Se você planeja começar um projeto, não espere a vontade chegar. A vontade é uma armadilha da mente. O que funciona é o compromisso. Tente o seguinte... hoje, escolha a tarefa que você mais está adiando. Dedique apenas cinco minutos a ela, sem se cobrar por perfeição. O objetivo não é terminar, é apenas desobedecer a ordem da Resistência que manda você ficar parado. Ao fazer isso, você começa a quebrar o poder dela sobre suas ações.

A Mentalidade do Profissional

O que separa quem realiza de quem apenas sonha é uma linha muito clara... o profissionalismo. O amador vê o trabalho como um hobby, algo que ele faz quando está inspirado ou quando o clima ajuda. Ele ama tanto a ideia do que faz que acaba ficando paralisado pelo peso dessa paixão. Já o profissional entende que o trabalho é uma vocação que exige dedicação total, chova ou faça sol. Ele não permite que o humor do dia determine a produtividade. O profissional acorda, limpa o seu espaço e senta para trabalhar. Ele sabe que a paciência é a sua maior aliada. Enquanto o amador quer o sucesso rápido e o aplauso imediato, o profissional aceita que o domínio de uma técnica leva tempo e que o caminho é feito de pequenos passos diários e constantes.

Um grande exemplo de profissionalismo é a rotina de grandes escritores como Somerset Maugham. Quando perguntavam se ele escrevia com hora marcada ou por inspiração, ele dizia que escrevia apenas quando a inspiração chegava, mas que, por sorte, ela chegava pontualmente às nove da manhã todos os dias. O que ele fazia era criar um ritual. Ao sentar no mesmo horário todos os dias, ele mostrava para a mente que ele estava no comando. Você pode replicar isso na sua vida criando um espaço sagrado para o seu trabalho. Não precisa ser um escritório luxuoso, pode ser apenas uma mesa organizada ou um fone de ouvido que sinaliza o início da tarefa. O importante é eliminar o caos ao redor para que a ordem interna possa florescer e permitir que o seu talento apareça sem distrações.

O profissional também aprende a se distanciar do próprio trabalho. Ele não leva as críticas para o lado pessoal e nem deixa que os elogios subam à cabeça. Ele encara a si mesmo como uma empresa, a "Você S/A". Isso cria um escudo contra o fracasso. Se um projeto dá errado, o profissional não acha que ele é um fracasso como pessoa... ele apenas entende que aquele produto específico não funcionou e volta para a prancheta no dia seguinte para tentar de novo. Esse distanciamento traz uma resiliência notável. Ele permite que você continue jogando o jogo mesmo quando as coisas ficam difíceis. O amador, por outro lado, se identifica tanto com o que produz que qualquer crítica negativa vira uma ferida na sua autoestima, o que faz ele desistir na primeira barreira.

Para aplicar isso agora, trate sua principal meta como se fosse o seu emprego mais importante, mesmo que você ainda não ganhe dinheiro com ela. Defina um horário fixo e não aceite desculpas para faltar. Se você estiver gripado ou cansado, apareça assim mesmo, nem que seja para produzir algo ruim. O ato de aparecer é o que derrota a Resistência. Na sua próxima jornada de trabalho, foque no processo e não no resultado final. Não se pergunte se o que você está fazendo é bom ou se as pessoas vão gostar. Apenas foque em como você pode executar a técnica da melhor forma possível hoje. Se você se ver preso na busca por aprovação, lembre que você é o dono da empresa e o seu papel é apenas garantir que o serviço seja feito com excelência técnica e consistência.

O Reino Superior e a Sua Missão

Existe algo além do esforço mecânico e da técnica, algo que muitas pessoas chamam de inspiração divina ou fluxo. Steven Pressfield usa a ideia das Musas, figuras da mitologia grega que auxiliavam os artistas. Quando você se compromete com o trabalho e vence a Resistência através do profissionalismo, forças invisíveis começam a colaborar com você. É como se o universo notasse o seu esforço e resolvesse dar um empurrãozinho. Ideias surgem do nada, coincidências felizes acontecem e problemas que pareciam impossíveis encontram soluções simples. Isso não é mágica... é o resultado de estar presente e disponível para o trabalho. A Musa não visita quem está no sofá esperando o milagre... ela visita quem está com as mãos sujas de tinta ou os dedos cansados de digitar.

Para entender essa dinâmica, precisamos diferenciar o Ego do Self. O Ego é a parte da mente que vive preocupada com o tempo, com o dinheiro e com o que os outros pensam. É no Ego que a Resistência mora e faz a festa. Já o Self é a sua essência, a parte da sua alma que é ligada ao infinito e ao inconsciente. No Self, não existe medo ou separação, apenas a vontade genuína de criar e se expressar. O trabalho do artista, e de qualquer pessoa que busca superar limites, é calar o Ego e dar voz ao Self. Quando você foca apenas na tarefa e esquece da fama ou do julgamento, você entra no território do Self. Ali, você se torna consistente porque não depende da aprovação externa para se sentir completo. O seu território é o seu próprio esforço.

Outra armadilha perigosa é a orientação hierárquica. Isso acontece quando você define o seu valor com base no lugar que ocupa em uma pirâmide social. Se você escreve pensando no que os críticos vão dizer ou se trabalha apenas para subir de cargo e se impor sobre os outros, você está agindo pelo Ego. O oposto disso é a orientação territorial. Um território é algo que você cultiva e que devolve energia para você. Para um corredor, a pista é o território. Para um programador, o código é o território. O território não liga para quem você é ou quanto você ganha... ele apenas responde ao seu trabalho. Se você focar no seu território, você sempre terá sustento emocional, independentemente do sucesso financeiro que venha ou não a acontecer.

Ceder aos seus bloqueios não é apenas um problema pessoal... é um desperdício para o mundo. Cada um de nós nasce com um dom único, uma missão que só nós podemos cumprir. Se você não coloca a sua arte ou o seu serviço no mundo, você está privando a humanidade de algo valioso. Não fazer o seu trabalho é um ato de omissão, pois você coloca o seu medo acima da sua contribuição. Portanto, a partir de hoje, veja o seu trabalho criativo como uma obrigação que vai além de você. Na sua próxima atividade, faça uma pequena pausa ou um momento de silêncio pedindo ajuda ao que quer que você acredite. Reconheça que você não é o dono da ideia, mas apenas o canal por onde ela passa. Isso tira o peso das suas costas e permite que a criatividade flua com muito mais leveza e verdade.

Notas Finais

Superar os limites internos exige entender que a guerra é diária e nunca termina totalmente. A Resistência sempre vai estar lá, mas agora você tem as ferramentas para identificar os disfarces dela e agir com a postura de um profissional. Ao focar no seu território e calar o ego, você abre espaço para que forças maiores colaborem no seu processo de criação e evolução. Lembre que o seu dom é uma responsabilidade que você tem com a vida, e não realizar o seu potencial é a única forma real de fracasso. Aplique a disciplina hoje para colher a liberdade amanhã, mantendo sempre o compromisso de aparecer para o trabalho, independentemente das circunstâncias externas ou internas.

Dica do 12min!

Para aprofundar ainda mais essa mudança de mentalidade sobre como você usa o seu tempo e foco, recomendo o microbook Trabalho Focado, de Cal Newport. Ele ensina técnicas práticas para você conseguir atingir o estado de fluxo que mencionamos aqui, eliminando as distrações da era digital para produzir resultados que realmente importam. É o complemento perfeito para quem já decidiu virar um profissional e quer dominar a arte da concentração profunda.

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Quem escreveu o livro?

Steven Pressfield é um escritor e autor de teatro americano. Escreve livros de ficção histórica militar em ambientes da antiguidade clássica. Serviu ao Corpo de Fuzileiros Navais na década de 60 e se graduou na Universidade Duke. Pressfield serviu ao Corpo de Fuzileiros Navai... (Leia mais)

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